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sábado, 25 de agosto de 2012

A Face no Face

A face no Face
Há momentos na vida,
Que nossa face ocultamos,
Os motivos são diversos,
Pois no Face já estamos,
Criamos uma outra Face,
É a saída que encontramos.

Com outros nó estamos,
Sempre aqui nesse ambiente,
Quando sabem que no Face,
Nossa Face é diferente,
Há Alguns que nessas horas,
Nos tratam como indigente.
Como sou bem paciente,
Reajo com maestria,
Uso de compreensão,
Sei que isso é besteria Se minha face fosse pro face,
Eu me desempregaria.

Digo,não me aprazeria,
Fazer isso sem motivo,
Por minha Face não ser do Face,
Sabendo que é adotivo,
Quando pedem minhas fotos,
Com isso eu me emotivo.

Não me locomotivo,
Apesar do desconforto,
Pois minha Face no Face,
Não quero fazer aborto,
Apesar de tudo isso, Estou na zona de conforto.

Sei que isso é muito torto,
Vai aqui minha mensagem,
Pra quem olha e pra quem tem,
Outra Face como imagem,
Com Cristo em nossa vida,
Usamos outra paisagem.

O Poetizante BR

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Pegando no Deixa

Pegando no deixa

Dialogando com um amigo,
Que se inteirou do assunto,
Seu interesse foi tanto,
Que chamou um adjunto,
Causou-me um nervosismo,
Disse deixa esse bestunto.

Ouvindo veio pra junto,
Pra não aceitar o deixa,
Meia hora explicando,
Falava sobre a ameixa,
Que resgata da prisão
O ventre sem fazer queixa.


E Além da fruta ameixa,
Me inquiriu sobre o limão,
Tentando me convencer,
Pra gripe deixar de mão,
Ouvi grito do adjunto,
Deixa pra lá esse mamão.


Eu o chamei de meu irmão,
Por nosso conhecimento,
Deixa já de ser metido,
Pra isso não te aguento,
Melhor é o moranguinho,
Que é um gostoso alimento.


Deixa já desse tormento,
Eu ouvi ali na hora,
Moranguinho não é daqui,
Pra comer busco lá fora,
Deixa aqui eu te falar,
Fruta boa é a amora.


Chegou naquela hora,
Um médico de mansinho,
Ameixa, limão e mamão,
Amora e Moranguinho,
Deixem dessa besteira,
E saiam já de fininho.


O médico ficou sozinho,
E eles no deixa disso,
No caminho o deixaram,
Me Deixaram submisso,
Para fugir desse deixa,
Eu dei um chá de sumiço.

Poetizante BR

Homenagem a Natureza

Homenagem a Natureza na Chácara Recanto Gospel


Minha chácara reflete,
Um facho da natureza,
Pitanga, coco, acerola,
Autentica a sua grandeza,
Tem um riacho perene,
Que corre com mais leveza.


Ao revelar sua beleza,
Esconde muitos encantos,
Agrada a minha família,
Tem agradado a tantos,
Sabiá, canário, e outros,
Que ecoam com seus cantos.


Já usei muitos mantos,
Em minha rede estendida,
No quiosque ali erguido,
Palhoça bem preterida,
Tem ficado abandonada,
Pelas coisas desta lida.


Considero minha guarida,
Pois dela me contento,
Nossa casa abandonada,
Sacudida pelo vento,
Verde por todo lado,
Eu longe não mais aguento.

Com meu amor me esquento,
Em meio a tanto frio,
Sinto cheiro de mato,
Banhando a face do rio,
Ambiente muito propicio,
Para quem tem sangue frio.

Poetizante 21/08/2012

AMOR PROIBIDO

AMOR PROIBIDO

Dizem que o proibido,
Sempre é mais atraente,
Há engano em quem pensa,
Que é uma fornalha mais ardente,
Pode ser que uma miragem,
Insensível torne a gente.

Torna-se mais decadente,
Quem vive tal ilusão,
Logo a lenha vira cinzas,
Cria-se logo um brazão,
Destacando pormenores,
Que do são tira a razão.

Na escola há evasão,
Onde o mundo é professor,
Deixa o aluno reprovado,
Procurando um confessor,
Denegrindo a boa imagem,
Firmada no antecessor.

Como um rolo compressor,
Fragmenta os envolvidos,
A audição na surdez,
Paladar dando aos ouvidos,
Tateando em ziguezague,
Enxergando intrometidos.

Se atiram como ávidos,
Sem medir as consequências,
Maculando a célula mãe,
São vidas sem competências,
Negligenciam ao Deus,
Que só quer Abstinências.

Conservem as residencias,
Com amor, ternura e paz,
Vive errante e derrotado,
Quem deixa o amor pra traz,
Com Jesus no matrimônio,
Descole se for capaz.

Poetizante BR